"Não, ele não vai mais dobrar, Pode até se acostumar, Ele vai viver sozinho... Desaprendeu a dividir."
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Dar louvor a DEUS!
Estar casado realmente tem me ajudado a me aproximar mais de Deus também.
O hino abaixo ("Queremos Dar Louvor") expressa de forma vívida o maior desejo meu: que Deus me transforme a cada dia mais e mais... até que o Sol da Justiça brilhe com toda força em meu ser.
Aumente o som e deixe o Espírito Santo falar ao seu coração.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Apresentando: minha amada KÉSIA
Com ela ao meu lado as coisas ficam diferentes. Eu tenho mais disposição e vontade.
E, além disso, quando estamos separados, eu me sinto tão só...
A cada dia que passa aprendo a amá-la mais...
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
E o cara valente mudou...
Estou de volta, rapidinho só para registrar como estou...
Sinto-me completamente vivo!
Abração....
Volto depois...
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Casar de Novo
Dedique um pouco do seu tempo para essa leitura agradável.
O Segredo do Casamento
Stephen Kanitz é administrador por Harvard (www.kanitz.com.br).
Editora Abril, Revista Veja, edição 1922, ano 38, nº 37, 14 de setembro de 2005, página 24
sábado, 30 de outubro de 2010
Prova de Dois Gumes
Abaixo segue um pequeno texto que escrevi durante minha graduação em Letras, na UEM.
PROVA DE DOIS GUMES
Noite. Céu estrelado. Um vento, forte e incomum para início de primavera, brinca com as poucas nuvens existentes, moldando-as, juntando-as, espalhando-as. A vida na cidade pulsa, duzentos e vinte volts. Estranhamente, é possível perceber um padrão no fluxo caótico dos automóveis. A vida na cidade vibra, motor quatro ponto zero. Diversas pessoas caminham pelas calçadas, perdidas em inúmeros pensamentos, atormentadas por vários problemas, seguindo muitos amores. A vida na cidade é vida, carne sangue e osso.
Oito horas. Casas, apartamentos, televisões, novelas, jornais, cinemas, bares, rádios, carros, músicas, escolas, aulas, adolescentes, hormônios, dúvidas, saudades, ruas, árvores, Cidade Canção, cerveja, coca-cola, cocaína, crack, computadores, “chats”, conversas, coito, comida, cancioneiros, universidade... Universidade.
Todos sentados. Com as filas nos seus devidos lugares. O professor dá as primeiras, únicas, instruções. Os alunos em fila. Folha branca, lápis, caneta, borracha, estojo, cola, questões, questionamento ... e as respostas não vêm. O professor, sempre a mesma atitude, sentado, imóvel, marmóreo, lembra uma estátua grega, um muro, Berlim, mistério. Os alunos pegam rascunhos, escrevem a lápis, apagam, escrevem. Seguem suas vidas. Nada disto pode alterar o curso natural de suas vidas. Nada...
Ou quase nada. Pelo menos para a maioria é assim. Ou parece ser assim. Os alunos em fila. Não podem conversar, a comunicação (base de toda sociedade) cortada. As cabeças voltadas para baixo, atitude de reverência, adoração, cabeças voltadas para o papel, os olhos fogem do professor, as cabeças voltadas para baixo. Uma cabeça voltada para o teto.
O aluno olha para o teto e, depois, em direção ao quadro novamente. O suor escorre pelo rosto e pelas mãos, a caneta escorrega, os músculos hesitam, tremem, as palavras gaguejam, as vísceras gritam, os cabelos gemem, exagero: como o professor tem coragem de fazer isso? será que ele não percebe que está matando a literatura? carrasco! ele não pode continuar. Mecanicamente a caneta desliza sobre o papel, via crucis, caminho estreito, mas errado. Palavras são cuspidas, frases escarradas. O gosto ruim na boca, o estômago embrulha. deve ser o que ele quer! Mal estar.
O aluno olha à sua volta. Todos escrevem. Ele escreve. Todos seguem no enterro, todos assinam o obituário. Questões são resolvidas sem responder aos questionamentos. O mal estar. Mortos. Machado, Rosa, Lispector, Pessoa, Lawrence, Twain, Dickens, Alencar, Trevisan, Camões, Balzac, Dumas, Andrade, Verde, Andrade, Barreto, Lobato, Quental, Ramos.
Cobertos pela máscara de falsidade com que todos nascemos, os alunos, sorridentes, cumprimentam o professor ao entregarem as provas respondidas. O professor sentado. Fechado. Mistério. Os batimentos cardíacos alterados. Expectativa, medo, pânico. Seu olhar vazio, seu rosto distante, seus pensamentos caóticos. eles estão matando a literatura. como conseguem fazer isso. não falam coisa com coisa. Única ação a ser tomada: demorar a entregar as notas.
Fora da sala, o ar é fresco, pessoas conversam, discutem, beijam, crianças assaltam, mulheres são atropeladas, homens enterrados. Fora da sala existe vida.
Contagem Regressiva
Que loucura.....
É só marcar a data que o tempo voa!!!! Os convites nem estão prontos ainda e faltam apenas 40 dias!!
Olha só:
Wedding-Countdowns
Quarenta dias e contando...
A cerimônia será realizada no dia 09 de dezembro de 2010... às 20hs...
Chega logo, dezembro!!
quarta-feira, 17 de março de 2010
E agora, José?
JOSÉ
Carlos Drummond de Andrade
E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José ?
e agora, você ?
você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama protesta,
e agora, José ?
Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José ?
E agora, José ?
Sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio - e agora ?
Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora ?
Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse…
Mas você não morre,
você é duro, José !
Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja a galope,
você marcha, José !
José, pra onde ?
A dúvida insiste... persiste...
Às vezes eu me pergunto o que é pior: não fazer idéia de quem você é ou o contrário. O auto-conhecimento pode ser uma faca de dois gumes. Quando você acaba por se descobrir múltiplo... o que fazer?
Embora esteja me descobrindo (verdade... eu ainda me surpreendo muitas vezes...) embora ainda esteja me descobrindo, já reconheci e aceitei tanta coisa sobre mim mesmo que estou meio perdido. Eu vou me explicar.
Para deixar bem claro: QUEM SOU? Sou homem. Brasileiro. Trintão. Trabalhador. Cristão. Universitário. Estou noivo. Irmão. Amigo. Indeciso. Tolerante. Teimoso. E, como nossas preferências dizem muito a respeito de nós, GOSTO DE: Minha noiva. Minha Família. Meus amigos. Seriados de televisão. Big Brother Brasil. Alguns desenhos. Ler. Estudar. Música erudita. Tíbia. Twitter. Falar. Ouvir. Trabalhar. Estudar a Bíblia. Fazer o que é correto.
Sabe... são gostos um pouco antagônicos... e eu fico meio perdido no meio das exigências... Sim... eu escolho gostar de algumas coisas e, com isso, surgem as exigências...
Quer exemplos: a religião, para não se tornar hipocrisia, exige uma entrega total sua. Ser cristão não é somente um título ou característica. É um estilo de vida. Cristo precisa ser tudo em sua vida, pois do contrário Ele não será nada. Isso não implica em fanatismo... apenas sinceridade de comportamento. Coerência.
Por outro lado, o trabalho também exige que você dê o seu melhor. Eu gosto do que faço. E o meu local de trabalho é o lugar que passo a maior parte do meu dia (da minha vida). Conheço as exigências que são feitas a mim e quero sempre estar à altura do que me é proposto. Adoro desafios. E é difícil descansar antes de encontrar as soluções possíveis. Não dar o seu melhor no trabalho é correr o risc de ser taxado de preguiçoso, incompetente, desinteressado e perder promoções e melhores remunerações.
Ao mesmo tempo, que relacionamento afetivo consegue sobreviver sem que você se dedique a ele? Nesse ponto preciso agradecer muito a minha noiva Késia. Ela é compreensiva (na maioria das vezes). Mas amar uma pessoa exige que sacrifícios sejam feitos. O amor precisa ser cultivado para poder crescer a cada dia. A pessoa amada deve ser cuidada. Os bons momentos juntos, multiplicados. É necessário se superar a cada dia.
Da mesma forma, o ambiente universitário é extremamente exigente. Os professores traçam alvos para seus aprendizes que só podem ser satisfatoriamente alcançados se os alunos dedicarem o seu melhor em cada atividade proposta. Não estão errados os professores. Não... O sucesso ou fracasso do futuro profissional está sendo esboçado pelo aluno na sala de aula e nas suas pesquisas. Força de vontade é o mínimo necessário para que você consiga extrair o melhor que cada professor/disciplina/livro tem a oferecer. Dedicação. Tempo...
Além de tudo isso... você ainda precisa de tempo para você mesmo... Tempo para se divertir. Tempo... Jogos viciam... Seriados viciam... BBB vicia... Tudo aquilo que distrai e diverte acaba tirando energia das outras áreas que também estão exigindo muito de você.
E no meio disso tudo, eu me pergunto: "E agora, José?" O que você vai fazer enquanto a luz não se apagou e a festa não acabou? Você consegue fazer o melhor em cada uma das áreas da sua vida? E "fazer o melhor" é diferente de "fazer o suficiente".
É necessário optar? Escolhas... escolhas são necessárias?
Escolhas são necessárias.
Os planos são traçados levando em consideração um juízo de valores que cada pessoa faz. Elej ao que é o mais importante para você e aja de forma a demonstrar o quanto isso é importante na sua vida. Mas não se esqueça: você é um pouco de cada... quem te conhece apenas em um desses aspectos de sua vida, não te conhece por inteiro. Conhece facetas... não conhece o ser. Então não caia na mesma armadilha: não negue quem você é. Dedique-se àquilo que você considera essencial... mas não abandone os outros "vocês". Esquecer-se de quem você é, não é viver... nem sobreviver... é apenas sofrer por nunca se sentir inteiro.
E agora? Bom... agora que estamos no mundo, só nos resta viver!
Que venha a vida!
quarta-feira, 10 de março de 2010
Desculpa pela vergonha que passei...
No Direito existe uma máxima que diz: "Contra fatos não existem argumentos". Bom... então vamos aos fatos.
Sou formado em Letras e agora estou cursando Direito. Deveria ter me formado no ano passado (2009). No entanto, logo depois de toda aquela confusão a respeito da Gripe Suína, com as férias sendo alongadas por mais 30 dias... fiquei tão desanimado com tudo que não suportei a idéia de voltar a estudar. Faltavam apenas 3 disciplinas (práticas) para concluir tudo. Enfim, raciocinei, ano que vem vai ser fácil e termino tudo até o meio do ano.
Ledo engano...
Mal sabia eu que a grade curricular do curso estava sendo alterada e que as alterações passariam a ter efeito imediatamente. Algumas disciplinas foram retiradas e outras (muitas outras) foram acrescentadas.
O resultado?
De três matérias a serem cumpridas, tenho hoje doze... sim... DOZE disciplinas a serem cursadas. E tem mais... Das 165 horas de AAC (atividades extra-curriculares) que eu precisava cumprir, já tinha cumprido 163 horas. Com essa mudança de grade curricular, agora são necessárias 300 horas de AAC. Ou seja, além das 12 disciplinas, preciso assistir mais 137 horas de palestras e cursos.
Hehehehehehehe... com toda a sinceridade: desculpa pela vergonha que passei. Uma das piores "jogadas" da minha vida.
E agora já posso rir de tudo isso. Nem senti raiva. Aprendi a assumir as conseqüências de minhas escolhas. E essa foi uma de minhas piores escolhas. E uma das piores conseqüências... hehehehe...
E a vida segue em frente. Nada mudou para os outros. Para mim, também, em essência, nada mudou. Assumo o que fiz. E vou dar o meu melhor agora.
E deixo uma nota mental para o futuro: "Faça sempre o seu melhor em cada situação que se apresentar a você". Dessa forma você não terá arrependimentos. Fica a dica.
No mais? A vida continua muito boa!
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Fim de noite
A noite vai avançando... o sono vem chegando após um longo dia de trabalho e preocupações.
Já li algumas páginas de um livro (depois comento sobre ele)... já conversei com a família (muitas risadas juntos!)... já assisti ao BBB10 (sou viciado, confesso)... o sono chegou e eu ainda estou aqui em frente ao pc. Não vi minha noiva hoje... apenas teclamos rapidamente pelo skype durante o trabalho... saudades...
Tanta coisa aconteceu hoje e tudo o que eu consigo pensar no momento é: "não é que faz sentido!"
Hehehehehe... sim... faz muito sentido. Assim, do nada, comecei a rever algumas atitudes e reações minhas diante de várias situações e percebi que realmente sempre acabamos criticando mais os defeitos que reconhecemos em nós mesmos.
Nem vou comentar o que me levou a esse "momento de auto-conhecimento" (estaria me expondo mais do que estou preparado). Os mais próximos a mim talvez consigam... não... acho que só minha irmã conseguiria reconhecer a situação como eu estou enxergando agora. Ela me conhece mais do que todos.
Enfim... simplesmente pare e lembre-se das situações que você mais tem criticado. Pense nas atitudes que mais te irritaram. E então seja sincero consigo mesmo: são essas mesmas atitudes que você, a contra-gosto talvez, tem assumido no seu dia-a-dia. Tá bom... tá bom... talvez não seja assim com você (talvez...), mas acabei de perceber que eu sou assim mesmo.
Que coisa feia hein, Paulo... "senta em cima do próprio rabo e fala do rabo dos outros"! É mais ou menos por aí. É ruim reconhecer-se imperfeito... não é nada fácil enxergar-se sem filtros (ou sem as máscaras). É até doloroso esse processo de desconstrução de si mesmo... mas o reinventar-se que vem logo em seguida é maravilhoso. Terrível mesmo é mentir tanto para os outros que até mesmo você acaba sendo engando.
Ainda tenho muito a aprender... ainda tenho muito o que crescer como ser humano. Atrás da casca de cara valente, dentro da armadura, só existe um menino assustado com o mundo e consigo mesmo. Mas que está lutando com todas as forças para vencer!
E vamos à luta.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Decifra-me ou...
Acredito que o maior desafio que enfrentamos à medida que vamos crescendo e amadurecendo é o auto-conhecimento. Quem eu sou? Do que/de quem eu gosto? Por que eu gosto? Nem sempre são essas as perguntas que surgem... na verdade, passamos tempo demais sem nos perguntarmos isso. E acabamos vivendo uma pseudo-angústia que permeia todas as nossas atitudes.
Eu até que me conheço um pouco... um pouco de cada um que sou. Já há um bom tempo reconheço que tenho atitudes bem diferentes em diversas situações. Percebi que, na verdade, pareço demonstrar atitudes e características ligeiramente diferentes em cada ambiente que estou.
Algumas coisas simplesmente não mudam.... mas é inevitável não perceber: exite o Paulo da família, o do trabalho, o Paulo que se formou em Letras, que é diferente do que está se formando em Direito, há o Paulo que joga tibia, o que joga WAR, o Paulo que gosta de seriados americanos, aquele que gosta de desenhos, o que assiste o BBB, o que brinca com crianças, o que brinca como criança, o que parece ser mais velho do que realmente é.
Um e vários. Na verdade, isso nunca foi problema para mim, pelo menos não enquanto esses paulos se mantinham separados. Mas o que acontece quando o jogador se depara com o noivo e precisam decidir algo muito importante?
Não é o caso de dupla personalidade ou esquizofrenia. Não... é só uma característica intrinsecamente humana: a necessidade de conhecer-se.
Esse é o Charada! ... ou sou eu?
Um dos vilões mais emblemáticos das HQs do Batman era o Charada. (Na verdade o Duas-Caras é aquele que vive uma crise de identidade, mas...) Para mim, o Charada representa muito bem essa espécie de conflito. Uma eterna interrogação se coloca diante de mim a cada decisão que preciso tomar. Não importa que eu sempre tenha me comportado de determinada forma. A possibilidade de mudança está sempre presente.
No embate do dia-a-dia, vou me conhecendo cada vez mais. E agora, talvez devido à idade (sim... já passei pela crise dos 30), estou conseguindo mesclar aqueles que, antes, eram completamente diferentes. O mosaico vai se completando e, finalmente, estou começando a me reconhecer como um. Nessa junção se encontra parte da alegria de viver. Poder surpreender-se é algo muito bom...
E assim caminho... escondendo-me por vezes atrás daquilo que esperam de mim... mostrando-me outras vezes ao fazer exatamente a mesma coisa. Reconhecendo-me ao fazer algo inusitado... perdendo-me ao reagir apenas de acordo com o hábito formado há eras.
Decifra-me ou... hummm... na verdade não há alternativa. Eu preciso saber quem sou.
sexta-feira, 10 de abril de 2009
A cada dia assumo esse risco...
Eu não costumo me envolver em discussões. Não entro em "bate-bocas"...
Normalmente, quando estou diante de uma situação da qual não gosto ou não aceito, eu me retiro, me afasto e fico remoendo tudo aquilo vez após vez sozinho. Repasso cada situação inúmeras vezes e então chego a uma conclusão. Chego à minha conclusão. E daí retiro a minha reação. Aceito ou não aceito? Eu estava certo ou errado? Estávamos todos errados?
O interessante é que sempre chego a essa conclusão sozinho. Somente a partir das minhas próprias sensações e dos meus sentimentos. É aí que entra a música "Cara Valente". Desaprendeu a dividir....
Às vezes me pergunto se estou pronto para o jogo de convivência que o nosso dia-a-dia nos pede. Tendo sempre a construir as coisas sozinho. Mas, meu Deus, com 30 anos de idade e ainda não aprendi? "Conhece-te a ti mesmo"... nem sempre isso traz vantagens. O auto-conhecimento pode levar à auto-suficiência. Auto-suficiência conduz à solidão com passos mas firmes.
Discussões e bate-bocas, para mim, sempre foram sinais de fraqueza e falta de equilíbrio. Entretanto, para ser sincero, começo a pensar que situações assim podem te ajudar a crescer: seja internamente, seja no relacionamento com os demais. Tudo vai depender da sua atitude.
Julgar as coisas e as pessoas única e exclusivamente a partir da sua própria visão de mundo é perigoso. Ainda mais se sua visão for míope ou distorcida. E aqui eu sei do que estou falando. Como o cego curado por Cristo, eu posso dizer: "fui cego, mas agora vejo". Vejo? Talvez...
Viver é um risco que eu resolvi assumir. Aprender sempre é uma atitude que procuro ter a cada momento. Amar é abrir o seu mundo para que outra possa viver nele também. É estar disposto a encarar o desconhecido e a virar de cabeça para baixo tudo aquilo que te dá estabilidade. É recomeçar. Viver é aprender a recomeçar sempre e eternamente.
Eu resolvi assumir o risco de viver e de amar.
Não sei aonde vou chegar... mas estagnar é pior.
Crescer é necessário... e eu confio no meu taco. Você não?
Um abração a você e feliz páscoa! Jesus morreu naquela cruz por você e por mim... portanto, faça sua vida valer a pena!
quarta-feira, 25 de março de 2009
Cara Valente
"Cara Valente" é uma das músicas que eu mais gosto.
Inesquecível a interpretação da Maria Rita.
Pra você que nunca ouviu ou não se lembra... taí a música.
Está ou não falando de mim? E meu medo é realmente viver sozinho...
Sorte minha que não sou tão fatalista e sempre acredito em recomeços... quem sabe esse não seja um?






